Paizinho e queridos irmãos. Ah, o tempo! Ah, o tempo! Ah, o tempo! Saudade não define o que sinto ao memora-los! Engulhos, talvez, são tantas emoções. Foram numerosas as tentativas de lhes encontrar que, depois da segunda, desisti. Por onde andam? Onde vivem? Do que se alimentam? Depois da fatídica peleja do show de Salzburgo, que interrompeu tragicamente a turnê especial dos 50 anos de A Noviça Rebelde, nos desencontramos e nunca mais ouvi falar de vocês – exceto no funeral do tio Afrânio que, embora muito pouco apreciado por vocês, fez questão de deixar aqueles vinte e cinco ingressos para a turnê de São Vicente do Circo Vostok, na praia de Itararé. Por falar em herança, pai querido, preciso lhe contar algo muito sério. Desconfio que não somos Taturanas. Eu, pelo menos, tenho certeza de que não sou. Seis meses após o caso de Salzburgo, estava eu me sentindo triste, indefeso, solitário. Resolvi passar alguns meses em reabilitação. Por ali conheci uma moça talent...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO