Tuesday, November 14, 2017

CALLING DOCTOR LOVE: HIGIENE SENTIMENTAL PARA UMA VIDA SEXUAL SAUDÁVEL E SUPIMPA (#54)



Caro Dr. Love:
Meu marido está me traindo com a cuidadora da velhinha do apartamento ao lado. Detalhe: essa cuidadora é uma ex-freira, que gosta de ser currada mas escadarias do prédio usando véu, lingerie provocante e algemada. Já presenciei meu marido comendo o cu dela no corredor e fiquei assustada com os gemidos altíssimos que ela dava ao levar rola. De sacanagem, dei para o zelador, para o síndico e até para o faxineiro do prédio. Peguei gosto pela coisa e dei para todos os zeladores do quarteirão. E desde então descobri que gosto mesmo é de homens rústicos, com pouca instrução e com um apetite sexual bem selvagem. Pensei em jogar na cara de meu marido que ele é o corno número um do quarteirão, mas pensei bem e achei melhor não me vingar dele e deixar nosso casamento como está. Fiz a coisa certa, Dr. Love? (Justine Vapt, Campinas SP)
   
Cara Justine:
Você está no caminho certo.
Tem que mostrar pra esse seu marido fetichista
que você consegue ser mais pilantra
e mil vezes mais safada do que ele.
Quem sabe assim ele começa a te respeitar.
Desejo a você ótimas fudelanças por aí
e boa sorte!



Caro Dr. Love:
Tenho 45 anos, fui casada 27 anos e agora que meu marido e meus filhos me abandonaram resolvi dar uma virada radical na minha vida e experimentar um sonho que acalento desde minha juventude: promover surubas. Como sou bonitona e continuo com tudo em cima, troco nudes com garotões pelo Facebook, sempre protegida por máscaras como essa da foto. Depois faço casting com os candidatos mais pintudos e chamo dois garotões de cada vez aqui em casa. Até agora, não tive problema algum com essa brincadeira. Procuro tomar o cuidado de sempre alternar os participantes para nunca repetir os pares e experimentar sempre algo inteiramente novo. Mas dois desses garotões parecem estar apaixonados por mim, e eu resolvi escalá-los para uma mesma noite. Resultado: aos invés das britadeiras habituais, experimentei uma brincadeira a três deliciosa e extremamente carinhosa. Para piorar, um não sente ciúmes do outro, e topam me dividir entre eles. Eu estou embevecida com tudo isso. Parece perfeito. Será que isso dura, Dr. Love? Ou é fogo de palha? (Jeanne M, Curitiba PR) 


Cara Jeanne M:
Fazer essa brincadeira durar indefinidamente
vai depender exclusivamente de você.
Mantenha seus encantos sempre ativos
e esses dois homens jamais
sairão debaixo de sua saia,
literalmente falando.
Desejo a você um threesome longo e próspero.
Boa sorte!


Caro Dr. Love:
Desde pequena eu sempre quis ter um pônei. Hoje eu tenho um pônei, E posso afirmar a todos vocês que cavalgar sem calcinhas sobre o lombo de um bichinho desses é uma experiência deliciosa. Melhor do que sentar em muita rola incompetente. No entanto, de uns tempos para cá, sempre que cavalgo no pônei menstruada sinto que o bichinho enlouquece de tesão e fica me seguindo com sua piroca gigantesca sempre em riste. Como nunca presenciei uma piroca daquele tamanho, estou pensando seriamente em deixar meu pônei me comer. Meu único medo é que ele me machuque com patadas descontroladas. Corro muito risco de me machucar se levar isso adiante, Dr. Love? (Lady Godiva, Arraial do Cabo, RJ)


Caro Lady Godiva de Arraial do Cabo:
Se seu pônei não for muito pesado,
você não corre grande risco.
Mas se for, melhor desistir da ideia.
Quer um conselho?
Entre em alguns sites de zoofilia
e consulte alguns "vídeos educativos"
para ver se você tem physique du rôle
para encarar uma brincadeira assim.
Se tiver, boas relinchadas e boa sorte!





Odorico Azeitona vem escrevendo
sobre putaria e sacanagem
para LEVA UM CASAQUINHO
desde o início de 2014.
Expert gabaritadíssimo nesses assuntos,
decidimos convidá-lo para assinar
uma coluna de aconselhamento sexual
para nossos leitores mais atrapalhados.
Odorico não só adorou a ideia
como rapidamente se transformou
no conselheiro sexual menos ortodoxo
do lado de cá do Equador:
DOCTOR LOVE




DIVISAMOS ASSIM O ADOLESCENTE: versos sacânicos de MÁRIO FAUSTINO



Divisamos assim o adolescente,
A rir, desnudo, em praias impolutas.
Amado por um fauno sem presente
E sem passado, eternas prostitutas
Velavam por seu sono. Assim, pendente
O rosto sobre o ombro, pelas grutas
Do tempo o contemplamos, refulgente
Segredo de uma concha sem volutas.
Infância e madureza o cortejavam,
Velhice vigilante o protegia.
E loucos e ladrões acalentavam
Seu sono suave, até que um deus fendia
O céu, buscando arrebatá-lo, enquanto
Durasse ainda aquele breve encanto


Mário Faustino nasceu em 1930
em Teresina e morreu em 1962,
vítima de acidente aéreo.
Jornalista, crítico literário e poeta,
Mário editou entre 1956 e 1959,
a página semanal Poesia-Experiência
no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil,  
apresentando um panorama poético
que englobava tanto poetas clássicos
quanto poetas iniciantes,
e apresentava o melhor
da produção estrangeira do gênero.
"O Homem e Sua Hora" (Cia das Letras)
foi seu único livro publicado em vida.



QUERIDA TIA EMMANUELLE...... ROLO DE FILME #25 (por Ariel Almada)



E então, Tia Emmanuelle me raptou depois de aparecer de surpresa na porta da minha República em Campinas. Estava linda, muito maquiada, com um vestido curto bem provocante que realçava suas belas formas -- justamente o oposto do tipo de roupa que ela costuma usar em circunstâncias normais -- usando um perfume inebriante.

"Uau... Que perfume delicioso é esse que você está usando?"

"Comprei hoje no Iguatemi daqui de Campinas. Não guardei o nome. Provei, adorei, comprei e já estou usando. Que bom que você gostou."

"Não só gostei como estou enlouquecendo com ele. Minha vontade é de te comer aqui mesmo, no jardim da casa"

"E porque você não faz isso, sobrinho lindo?"

Sorri para ela e disse:

"Porque prefiro arrastar você para o quintal. Tem umas espreguiçadeiras lá, onde os caras costumam tomar sol. Vamos logo, que daqui a pouco eles começam a chegar bêbados em casa. Enchem a cara todas as noites..."

Tia Emmanuelle tirou sua calcinha alí mesmo e a ofereceu para que eu a lambesse. Primeiro a esfreguei na minha cara. Depois a lambi bastante. Por último, pus meu pau pra fora alí mesmo, na porta de casa, e a esfreguei no meu pau e no meu saco, e a devolvi para ela -- que a guardou em sua bolsa, dizendo:

"Vou guardar para cheirar quando sentir a sua falta, meu anjo. Agora me arraste para o quintal e me fode bem gostoso, vai..."

Arrastei-a para o quintal por dentro da casa mesmo, e a deitei sobre uma das 3 espreguiçadeiras. Enfiei a cara em meio ao seu vestido curtinho e chupei sua bucetinha e lambi seu cuzinho "com gusto". Tive que tapar a boca dela para que não gritasse enquanto gozava -- afinal, a vizinhança não precisava saber que estava rolando sacanagem ao relento no quarteirão. Enquanto lambia seu cuzinho, ela implorava:

"Me enraba, sobrinho lindo, me enraba com força..."

Não tive dúvidas: dei uma bela cuspida no meu pau e arregacei aquele lindo anel de couro. Fui com tudo. Tapei a boca dela para não gritar. Ela me mordeu, e quem acabou gritando fui eu. Mas o tesão era tamanho que, apesar da dor na mão,  meu pau nem estremeceu. Acho que até ficou ainda mais duro dentro dela. Comecei a fazer flexões sobre ela deitada de costas, enterrando meu pau por inteiro naquele furico encantado. Era um cuzinho tão acolhedor, e estava tão úmido com minhas cuspidas, que parecia uma bucetinha. Gozamos quase juntos -- ela primeiro do que eu -- e quando levantamos meu gozo escorria pelas lindas pernas dela. Encostei-a na pia e lambi tudinho. Ao final, limpei o que restou com papel toalha com alcool gel. Dalí, seguimos para o bom e velho Giovanetti no centro da cidade para tomar uns chopinhos e conversar sobre o que iríamos fazer daqui em diante.

"Você tem certeza que me quer na sua casa? Não prefere que eu fique numa República?  Você mora sozinha há muitos anos. Tenho receio de invadir sua vida."

"Fique tranquilo quanto a isso. Até por morar sozinha há tanto tempo, sinto que estou precisando do convívio diário com alguém. Ou eu me dou demais, ou eu tomo demais de quem está comigo. Preciso trocar mais. Ter com quem dividir. Você caiu do céu nesse momento da minha vida. Estar ao seu lado me fez muito bem nesses últimos dias. E com certeza vai me ajudar muito mais. Fica lá em casa comigo. A gente vai reinventando nossa relação um dia após o outro. Além do mais, aqui ninguém precisa saber que somos tia e sobrinho. Podemos viver juntos sem correr o risco de pegarem no pé da gente."

"Vou te propor um negócio meio inusitado então..."

"Proponha... Estou curiosa..."

"Eu me sinto extremamente bem no velho apartamento de vovô e vovó. Gosto do clima austero dele. Acho que para estudar e dar sequência à minha vida acadêmica em São Paulo ele vai ser perfeito."

"Você quer manter a sua individualidade... É isso?"

"Não exatamente. A Toca da Batgirl é uma delícia, super-aconchegante, etc e tal, mas tem a sua cara. É um lugar de festa para mim. Tem atrativos demais por lá, se é que você me entende."

"Sim... Claro que entendo..."

"Eu vou sempre me sentir um convidado por lá, e é bom que seja assim. É o seu canto. Torna tudo mais gostoso. No apartamento ao lado é diferente. Lá em não só me sinto em casa, como as vezes viro criança de novo. E esse reencontro comigo mesmo me faz muito bem."

"Eu entendo... Por mim, está ótimo, me parece um arranjo providencial."

"Sem contar que posso colaborar com as despesas."

"Não se preocupe com isso. Guarde seu dinheiro para você, ou para me convidar para jantar de vez em quando, ou para algum programa inusitado..."

"Você é um tesão de mulher... Sou um puta cara de sorte..."

"We got lucky, baby!"

"Minha vontade e de te comer de novo na frente de todos aqui neste botequim. Só de pensar que você está sem calcinha..."

"Não podemos dar bandeira, senão expulsam a gente daqui..."

"Já está meio vazio. Não deve demorar pra fechar. Vamos pedir ao garçon dois chopps claros e dois escuros um e começamos nossa brincadeira."

"Eu bato uma siririca olhando fundo nos seus olhos e você bate uma punhetinha olhando fundo nos meus. Enquanto isso, bebemos chopp."

Começamos a nos masturbar embaixo da mesa em que estávamos. Tia Emmanuelle gozou primeiro. Ao final, enfiou dois dedos em sua bucetinha e esfregou a umidade que veio com eles nas bordas dos meus dois copos de chopp. Um pouco mais tarde foi a minha vez de gozar. Peguei o copo de chopp escuro de Tia Emmanuelle, coloquei-o diante do meu pau e gozei sobre o que restava da espuma da cerveja. Lambemos e engolimos o conteúdo daqueles chopps com uma avidez nunca antes presenciada naquele bar. Se demos bandeira ou não, foda-se. Tia Emmanuelle não era da cidade. E eu estava prestes a cair fora de lá também.

Pedimos a conta, pagamos, saímos em direção ao carro dela. Ao entrarmos, ela disse:

"Aluguei um flat. Vem comigo. Vamos passar a noite juntos e amanhã de manhã te deixo na PUC."

"Está bem."

"Se quiser que eu adiante alguma coisa na sua mudança, posso encher o porta-malas do carro. Preciso voltar amanhã para São Paulo."

"Sim... Vou precisar..."

Seguimos para o flat, dormimos, no dia seguinte acordamos cedo, tomamos um café da manhã ligeiro perto de casa, e então, quando passamos na República para colocar minha mudança no porta-malas do Gol de Tia Emmanuelle, chegou uma mensagem pelo WhatsApp da Secretaria da PUC avisando que minha transferência já estava concretizada, e que eu deveria me apresentar na PUC-São Paulo imediatamente. Olhei para Tia Emmanuelle e disse, radiante de felicidade:

"Estou liberado. Vou com você."

Ela sorriu, e disse:

"Então, antes de irmos embora, quero que você me coma nessa sua cama de solteiro. Nunca transei com ninguém numa República de estudantes. É uma velha fantasia estudantil, que eu nunca realizei. Que tal fazermos um ritual de despedida deste lugar?"


Começamos a trepar na cama, depois continuamos no chão do quatro, por último eu a comi numa escrivaninha xerife bem antiga onde eu nunca sentei para estudar, pois preferia estudar sendado na cama com meu laptop. Pensamos em tomar um banho antes de sair para tirar o suor dos nossos corpos, mas Tia Emmanuelle achou o box de vidro do banheiro pequeno demais e a ducha com pouca pressão. Decidimos viajar com cheiro de sexo mesmo e resolver isso só quando chegássemos a São Paulo.

E assim encerra a primeira temporada do meu romance com Tia Emmanuelle.

Fiquem tranquilos quanto à segunda temporada: ela já está confirmada. Situações eletrizantes a caminho, vocês não perdem por esperar.

Já quanto à terceira temporada, não posso afirmar com certeza, pois ela ainda está acontecendo nesse momento.




(a partir da semana que vem, eu, Ariel Almada, cedo este espaço para os deliciosos e inusitados contos picantes de Emmanuelle Almada, cujo imaginário erótico vocês certamente vão gostar de conhecer)


Ariel Almada nasceu em São Paulo,
e foi criado em Águas de Lindoya.
Engenheiro Elétrico por formação,
desistiu da profissão
ao montar a rede de lanchonetes
PAMONHARIA DA LUZ VERMELHA,
presente em Shoppings do interior
de São Paulo e de Minas Gerais,
onde garçonetes vestidas como prostitutas
servem aos clientes da casa
comidas, sucos e cervejas à base de milho.

AS BOAZUDAS DOS ANOS DE OURO DO CINEMA BRASILEIRO:#41: ANA MARIA NASCIMENTO E SILVA

por Chico Marques


De todas as mulheres exuberantes que surgiram na cena artística do Rio de Janeiro nos Anos 70, Ana Maria Nascimento e Silva é, sem a menor dúvida, uma das mais classudas e radiantes de todas.

Nascida no Rio de Janeiro em 12 de abril de 1957, filha do grego Harry Anastassiadi, ex-presidente da Fox Film, era quase inevitável que ela fosse parar no cinema e na TV.

Participou do elenco de várias novelas da TV Globo, e estreou na tela grande  “Paraíso no Inferno” (1977), dirigida pelo ator Joel Barcelos. A partir daí, engatou um filme atrás do outro, tornando-se presença marcante em nada menos que 3 a 4 produções por ano.

Então conheceu o diretor Paulo César Saraceni, com quem se casou e trabalhou em vários projetos cinematográficos -- entre eles o soberbo "Ao Sul do Meu Corpo" (1982), baseado num conto de Paulo Emílio Salles Gomes.

Desde a morte de Saraceni, Ana Maria vem se dedicando a produzir cinema, e abandonou sua carreira de atriz, com relativo sucesso.

Ana Maria Nascimento e Silva  posou nua para a revista STATUS em 1975, aos 18 anos de idade, e essas fotos despertaram paixões na época.

Hoje, elas estão esquecidas, e a revista virou ítem de colecionador. Até por isso, LEVA UM CASAQUINHO se orgulha em resgatar esse material para a posteridade na web.


Ana Maria continua uma bela mulher aos 60 anos de idade.

















1979 Cara a Cara
1982 Quem Ama Não Mata
1985 Jogo do Amor
1989 O Salvador da Pátria
1989 O Cometa
1990 Gente Fina
1990 Araponga
1995 Engraçadinha
1997 Zazá
2003 Jamais Te Esquecerei


1976 Marcados para Viver
1977 A Força do Xangô
1977 Paraíso no Inferno
1977 Ladrões de Cinema
1978 A Força do Sexo
1978 Desejo violento
1978 O Bem Dotado – O Homem de Itu
1979 Os Trombadinhas
1980 Asa Branca
1981 A Mulher Sensual
1982 Ao Sul do Meu Corpo
1987 Brasa Adormecida
1988 Natal da Portela
1990 Sonho de Verão
1994 A Terceira Margem do Rio
1995 Eternidade
1998 Bocage – O Triunfo do Amor
1999 O Viajante




















FIQUEM DOM DOIS MOMENTOS
EXTREMAMENTE DISTINTOS
DA CARREIRA DE ANA:
A COMÉDIA "O BEM DOTADO HOMEM DE ITU",
ONDE CONTRACENA COM NUNO LEAL MAIA,
E O DRAMA "AO SUL DO MEU CORPO",
DIRIGIDO POR PAULO SÉRGIO SARACENI.

ENJOY...