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SOPRAMOS 50 VELINHAS E SOLTAMOS MUITOS ROJÕES PARA A INTEMPESTIVA (E GOSTOSÍSSIMA) LUANA PIOVANI (São Paulo SP Agosto 31 1977)
















 Luana Piovani é a prova definitiva de que Deus não existe. 


Como pode uma mulher tão linda, tão gostosa, tão talentosa e tão proativa chegar aos 50 anos ostentando tanta infantilidade e prepotência, produzindo tão pouco e vivendo para abastecer sites de fofocas e redes sociais com bobagens sobre sua vida nada privada? Pois é... os anos passam, e Luana simplesmente não muda. Permanece a mesma. E o pior de tudo é que nós, seus fãs babões, continuamos de quatro diante dela mesmo assim. 

 

Luana nasceu e foi criada em Jaboticabal, São Paulo. Começou sua carreira em 1990, como modelo para as agências Ford Models e Mega. Em 1993, estreou como atriz na minissérie Sex Appeal, da Rede Globo, mas nem por isso abandonou as passarelas. Em 1994, participou da novela Quatro por Quatro, e em 1996 da novela Vira Lata. Foi neste ano que ela estreou no teatro e virou apresentadora auxiliar do Fantástico. Em 1997, brilhou entre a molecada na 3ª temporada de Malhação, e foi eleita pela VIP como "a mulher mais sexy do mundo". No ano seguinte, teve destaque todo especial na minissérie Labirinto, sempre na TV Globo.

 

Mas então, a partir de 2000, começou a diversificar sua carreira. Ganhou um programa na MTV, virou apresentadora do Video Music Brasil, causou furor no Fashion Rio, onde desfilou nua da cintura para cima segurando os seios, e virou a pin-up mais desejada do Brasil, esnobando sistematicamente a PLAYBOY e protagonizando 3 ensaios sensuais simplesmente majestosos para a revista TRIP. Brilhou como a Marquesa de Santos na minissérie O Quinto dos Infernos, e, no teatro, em Mais Uma Vez Amor e Alice no País das Maravilhas. Substituiu em grande estilo a igualmente gostosa e divertida Maria Paula em Casseta & Planeta Urgente e puxou bilheterias consideráveis para os filmes O Homem que Copiava (de Jorge Furtado), O Casamento de Romeu e Julieta (de Bruno Barreto), A Mulher Invisível (de Claudio Torres), As Aventuras de Agamenon, o Repórter (do pessoal do Casseta & Planeta) e O Homem Perfeito (de Marcus Baldini).

 

 O problema de Luana é que, graças a seu temperamento intempestivo, a seu estrelismo exacerbado, e a suas idiossincrasias pouco ou nada profissionais, muita gente no showbiz começou a não mais convidá-la para nada. No caso específico da TV Globo, ficaram calejados demais depois dos problemas com os atrasos nas gravações que tiveram com Vera Fischer, e, quando constataram que Luana tinha o mesmo "biotipo" de Vera, passaram a chamá-la apenas para participações pontuais em novelas ou como coadjuvante em minisséries. Ainda assim, a danadinha mostrou mais uma vez que é craque em papeis cômicos, como o da amante de Edson Celullari no remake da novela Guerra dos Sexos. Em contrapartida, deu uma aula de canastrice num papel dramático na série dramática Na Forma da Lei, de Gloria Perez.

 

Depois de ter sido convidada (e depois desconvidada) para participar do elenco de O Sétimo Guardião -- seria seu o papel da caipirona gostosona mulher do prefeito Dan Stubach, que, no final das contas, acabou seguindo para Letícia Spiller, que arrebentou... --, Luana, ao invés de fazer uma autocrítica sobre sua atitude pouco confiável, preferiu posar de estrela e chutar tudo para o alto, para em seguida largar o marido e mudar com filhos, mala e cuia para Portugal.

 

Na TV portuguesa, ela, pelo visto, vai de vento em popa, ainda que em produções bastante duvidosas. Expôs seu corpo espetacular e sua canastrice implacável em 3 temporadas da série de suspense sexy O Clube e na novela Sangue Oculto, onde interpreta uma dona de casa louca varrida que rouba os bebês trigêmeos de sua empregada doméstica, com quem seu marido a traí dentro de sua própria casa.

 

De resto, Luana segue sua rotina habitual, deixando seus muitos talentos de lado para apenas expor sua vida pessoal, seus namorados, suas desavenças com seu ex-marido,  seu ego gigantesco e – claro! – seu corpanzil maravilhoso a seus seguidores babões, categoria na qual me incluo de forma irremediável. Com isso ela se mantém na mídia brasileira sem ter que produzir nada de relevante por aqui. 


E o pior de tudo é que, de alguma maneira, isso parece satisfazê-la plenamente. É muito desperdício... Entenderam agora por que Deus não existe? (Chico Marques)


































































































































































































































































































































































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