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UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A AMARAL NETO PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA






Durante muito tempo vi minha sobrinha Aline roubando seus pais.

Era sempre a mesma história: antes de sair para a "baladinha" com as amigas, ela ia na bolsa da mãe ou na carteira do pai e tirava um pequeno reforço para sua noitada.

a "notinha". E eu sempre gravei essas atrocidades. Gravei até a noite em que ela chegou de madrugada de carona com um carinha e para "agradecer", pagou-lhe um boquete. Pois só se via sua cabeça subindo e descendo no colo do sortudo.

Kesiana nunca me respeitou e isso sempre me tirou do sério, e foi por causa disso que eu gravei suas idiotices. Mas a última foi quando ela roubou muita grana e os pais acharam que fora a empregada, que foi demitida. Ela poderia ter feito alguma coisa, mas nada fez. Mandei no seu whatsapp o vídeo que fiz do seu crime. Estava mais querendo que ela chegasse nos pais e fosse contar sobre seus erros, mas não, ela fez pior. Ela foi até a minha casa (moro sozinho), com sua roupa mais provocante, uma minissaia jeans curtinha e um top. Cabelos soltos e grande. Um perfume doce e uma boca bem provocante e carnuda.

Disse que tinha falado para os pais que eu iria dar uma aula particular de história para ela e que ficaria o dia todo. Primeiro veio com uma conversa fiada, dizendo que tinha medo do que os pais iriam fazer. Prometeu que nunca mais iria roubá-los, mas que eu não contasse nada. Nisso, nós estávamos no sofá, ela passou suas mãos nas minhas coxas e abriu suas pernas para mostrar que não estava de calcinha. Se eu disse "não"? Quando vi sua bucetinha raspada, peguei sua mão e abrimos juntos a minha calça. A fiz chupar a cabeça da minha rola dura e grossa. Nunca havia imaginado que minha sobrinha fosse tão boa com a boca, uma verdadeira putinha. Várias vezes dei "pauladas" nas bochechas e na cara daquela safadinha. Enfiava meu pau com tanta vontade, que ela começou a ficar com os olhos cheio de lágrimas.

Passei meu pau por todo o rosto e cabelos. A imagem da minha sobrinha me chupando, foi maravilhosa. Jorrei uma grande quantidade de porra dentro da sua boquinha, onde ela engoliu tudo. Passei minhas mãs nas suas pernas e coxas, lisinhas e macias. Com meu dedo do meio, entrei dentro da sua bucetinha novinha. Não havia pelos, e era bem molhadinha. Ela abriu tanto as pernas que não tive como não me ajoelhar e chupá-la. A deitei no sofá e caí de boca na sua vagina. Suguei e lambi seu "ponto g", onde ela se contorcia e gemia, agarrando meus cabelos e empurrando minha boca cada vez mais dentro dela. Ela disse que seus amiguinhos estavam mais interessados em meter e rapidamente gozavam, mas que nunca havia sido chupada. Aproveitei para tirar a roupa dela. Ela nua, era a visão mais perfeita de uma ninfetinha dos sonhos dos homens.

Magrinha, seus seios ainda estavam crescendo, mas seus biquinhos estavam tão durinhos e sensíveis, que ela reclamava de dor das minhas sugadas. Dizia que sentia uma boa dor e que não era para eu parar. Eu era um monstro para ela. Eu com meus 1,90 e ela nos seus 1,58. Quanda a vi de quatro na minha frente, fiquei enlouquecido. Agarrei nos seus ombros e meti minha rola sem carinho algum. Ela sentiu dores, mas a melhor parte foi vê-la sangando pela buceta. Ela afirmou que não era virgem, mas para mim, meu tesão aumentou ainda mais.

A comia com vontade, com raiva dava tapas na sua bunda e puxava seus cabelos. Percebi que ela gostava de ser maltratada e fui mal com ela. Socar rapidamente meu pau com força dentro dela, a deixava louquinha. Tirei meu pau antes de gozar dentro dela, onde a minha porra se espalhou pela sua bunda e costas. Depois que ela tomou um banho, veio ficar carinhosa, perguntando se eu não iria falar nada com seus pais.

Fizemos um trato, se ela viesse três vezes por semana, ter "aulas de história", eu esqueceria tudo...

Odorico Azeitona é ex-irmão marista. Tem dezenas de romances (que ninguém leu) publicados pela Editora FTD. Desde que começou a psicografar obras, tratou de se especializar em Literatura Erótica, e é hoje o maior expoente do gênero em Língua Portuguesa. Possui pelos em ambas as palmas das mãos. 


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