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UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A JACINTO FIGUEIRA JR (O HOMEM DO SAPATO BRANCO) PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA



FOLIAS NO METRÔ


O metrô estava entupido de gente, na volta para casa. Eram umas dez e meia e consegui ficar atrás da loira que já havia bolinado. Casada, loira, falsa magra, usava sempre um rabo-de-cavalo. Estava de calça jeans preta com tecido fino, mostrando o desenho da calcinha. Sua blusa azul de manga comprida era bem coladinha, deixando seus seios firmes. De salto alto, sua bunda ficava empinadinha.

Quando cheguei com meu pau duro atrás dela, usava uma calça social. Ela virou seu rosto para me olhar e deu um sorrisinho safado. Estávamos no canto, perto da porta, onde poderíamos fazer nossa safadeza como sempre. Seu perfume era gostoso e dei de leve um beijo no seu pescoço de pelo branca.

Abaixei minha mão e passai naquela bunda maravilhosa e depois subi discretamente passando de leve no seu seio direito. Abaixei de novo minha mão e fiz uma massagem na sua buceta, por cima da sua calça, fazendo-a se contorcer. Tinha que ser rápido, pois ela desceria na próxima estação. Tirei meu pau duro e grosso de dentro da calça e comecei a encoxá-la, passando meu pau na sua bunda e depois entre suas pernas. Ela rebolava discretamente no meu pau, movendo sua bunda para cima e para baixo, agarrando com força o ferro à sua frente. A vi pelo reflexo da janela que estava mordendo os lábios e de olhos fechados.



A casadinha safada rebolava gostoso no meu pau e enquanto segurava com minha mão esquerda para não cair, coloquei a mão direita dentra da calça da loirinha. Foi muito fácil e afastei com meus dedos sua calcinha, melando meu dedo do meio. Passamos por um túnel que escurecia todo o trem. Coloquei minha outra mão por dentro da sua blusa, apertando seus pequenos seios. A safadinha rebolava com gosto, me fazendo gozar como um louco na sua calça preta. Minha porra parecia que não ia parar de jorrar. Gemia no ouvidinho dela. Alguns metros antes de o metrô parar, senti meus dedos ficarem melados com um líquido quente que a loira jorrava. A porta se abriu e vi a loira colocando seu casaquinho amarrado na sua cintura, para esconder a minha goza.

Sentia meus dedos melados e os coloquei perto do meu nariz, para sentir aquele delicioso perfume....


Odorico Azeitona é ex-irmão marista. Tem dezenas de romances (que ninguém leu) publicados pela Editora FTD. Desde que começou a psicografar obras, tratou de se especializar em Literatura Erótica, e é hoje o maior expoente do gênero em Língua Portuguesa. Possui pelos em ambas as palmas das mãos. 



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