Skip to main content

A UMA SEMANA DA ESTREIA NOS CINEMAS DE GAIL GARDOT COMO A MULHER MARAVILHA, PERGUNTAMOS: ONDE ANDA LYNDA CARTER?

por Chico Marques


A estonteante morena de olhos azuis Lynda Carter entrou para a história da cultura pop mundial ao encarnar a Mulher Maravilha das Histórias em Quadrinhos na festejada série de TV dos anos 70.

Apesar da série ter tido um sucesso apenas moderado em 1975, quando foi lançada, as constantes reprises das 4 temporadas de "Wonder Woman" acabaram tornando-a um clássico com o passar dos anos (e das décadas).


Parte desse forte apelo tem a ver com o fato de Lynda ter incorporado à personagem seu carisma como Miss America e seu corpo espetacular.

Graças a esse handicap, ela conseguiu fazer daquela Mulher Maravilha idílica das HQs um mulherão de carne o osso, que agradava tanto os marmanjos, quanto o público feminino e -- surpresa -- o público "gay-lesbian".

Lynda fez da personagem um ícone pós-feminista que agradou em cheio a mulherada de vários credos ideológicos, além de conseguir torná-la popular muito além das fronteiras dos Estados Unidos.


Lynda Jean Cordova Carter nasceu em Phoenix, Arizona em 24 de Julho de 1951.

Começou sua carreira como modelo e obteve fama ao ganhar o título de Miss Mundo EUA em 1972.

Lynda então passou a fazer pequenos papéis em séries e filmes de baixo orçamento até ser escolhida para ser a heroína dos quadrinhos no ano de 1975.

Foi bom por um lado, e péssimo por outro, já que, depois dele, ela nunca mais conseguiu se desvencilhar da personagem que a celebrizou.

Nos primeiros anos, isso foi um problema terrível para sua carreira como atriz, que sofreu séríssimas restrições e muitas dificuldades de escalamento em produções.

Mas, com o passar dos anos, Lynda conseguiu redirecionar sua carreira para a cena musical, e pouco a pouco conseguiu que seu passado como Mulher Maravilha operasse a seu favor, e não contra.   


Hoje em dia, Lynda ainda está na ativa e segue com sua carreira de cantora –- que ela iniciou quando ainda estava fazendo a série.

Grava discos com alguma frequência e circula com seus shows pelos Estados Unidos, Europa e Japão com casas cheias.

Vive longe de Hollywood, em Potomac, Maryland, e é casada com um advogado chamado curiosamente Robert Altman (nada a ver com o grande cineasta) há mais de 30 anos, e tem dois filhos: James Altman e Jessica Altman. 

Detalhe importante: continua um mulherão aos 66 anos de idade.

Quem a viu recentemente em participações marcantes na série de TV "Supergirl" pode confirmar essas impressões nada preliminares.

Lynda "Wonder Woman" Carter permanece linda, impávida e absoluta após todos esses anos.

Torçamos para que Gail Gardot a nova Mulher Maravilha, tenha a mesma sorte em seu futuro.





PS: Apesar de nunca ter posado nua para a PLAYBOY americana, e de ter exibido seus belos e fartos seios apenas duas ou três vezes em filmes rodados nos anos 70 e 80, circula pela web uma infinidade de imagens de Lynda Carter nua em montagens fotográficas nem sempre bem realizadas.

Caso alguém tenha curiosidade em checar algumas imagens mais "picantes", recomendo dar uma busca no Google Images por "Lynda Carter nude"

Para encerrar essa nossa singela homenagem a essa mulher maravilhosa e também a essa deusa dos quadrinhos, metemos as patas na lama e selecionamos alguns FAKES não muito bandeirosos de Lynda Carter completamente nua.

Divirtam-se




Comments

Popular posts from this blog

VINGANÇA (um catecismo clássico de Carlos Zéfiro)

Carlos Zéfiro (1921-1992) é o pseudônimo do funcionário público carioca Alcides Aguiar Caminha, que ilustrou e publicou durante as décadas de 1950 a 1970 histórias eróticas em quadrinhos que ficaram conhecidas por "catecismos", educando sexualmente pelo menos três gerações de brasileiros das mais diversas faixas etárias. M uito antes do advento das revistinhas suecas, da Ilha do Sol de Luz del Fuego, e dos filmes de Ron Jeremy.

A SURRA DE PICA QUE MEU IRMÃO DE DEU (um conto devasso de Emmanuelle Almada)

Meu nome é Sara e sempre fui uma menina muito caseira. Morava em um sítio no interior do Rio Grande do sul, e levava uma vidinha bem pacata. Cedo pela manhã eu tirava leite das vacas, alimentava os animais e fazia comida para meu pai e meus irmãos: um de 12 e outro de 14 anos. Sempre cuidei deles. Minha mãe morreu quando ainda eram muito pequenos, e eu assumi as responsabilidades da casa, mesmo sendo ainda uma menina. Nossa casa ficava longe da cidade mais próxima e para mim era praticamente impossível sair de lá para fazer qualquer coisa, daí vivia praticamente confinada naquele lugar. Meu pai é que saía, às vezes acompanhado por um dos meus irmãos, para levar leite para alguns mercadinhos da cidade, e passavam o dia inteiro fora. Eu ficava em casa cuidando do meu irmão menor, que era muito apegado a mim, me seguia onde quer que eu fosse. Era um menino franzino, de pele pálida e cabelos lisos, negros. Eu admirava a ingenuidade daquele anjo, sempre muito prestativo e car...

DOMADA PELO SEXO (um catecismo clássico de Carlos Zéfiro)

Carlos Zéfiro (1921-1992) é o pseudônimo do funcionário público carioca Alcides Aguiar Caminha, que ilustrou e publicou durante as décadas de 1950 a 1970 histórias eróticas em quadrinhos que ficaram conhecidas por "catecismos", educando sexualmente pelo menos três gerações de brasileiros das mais diversas faixas etárias. M uito antes do advento das revistinhas suecas, da Ilha do Sol de Luz del Fuego, e dos filmes de Ron Jeremy.