CONTAGEM REGRESSIVA PARA O FIM DE SEMANA... 12 A 14 JUNHO
DIA D
(um filme
de Steven Spielberg)
em cartaz
em cinemas por toda parte
Tudo bem, “Dia
D” está longe de ser a escolha mais adequada de filme para ver com a namorada
no final de semana de Dia dos Namorados. A não ser que sua namorada for meio
nerdish. Aí, tudo bem: “Dia D” pode ser uma
opção a ser considerada.
Mas
lembrem-se: Steven Spielberg está prestes a completar 80 anos de idade. Por
mais recorrente que este tema seja em sua filmografia, e por mais que as tramas
de “Dia D” e “Contatos Imediatos” se assemelhem, não se enganem: não estamos
diante do mesmo Spielberg deslumbrado de 50 anos anos atrás.
Na trama, o
diretor se questiona como a humanidade reagiria ao saber que essa informação
foi escondida do povo por muitos anos, e boa parte desse argumento está nas
mãos do personagem de Colman Domingo, que interpreta Hugo
Wakefield, amigo de longa data do agora bilionário Noah Scanlon (Colin Firth), que abandona a empresa de
tecnologia Wardex por discordar do rumo que o projeto está tomando eticamente.
Desde então, ele passa anos orquestrando o momento perfeito para revelar todos
os segredos que guardou e juntando evidências que comprovem que os seres
extraterrestres vieram à Terra em paz. Colman Domingo, Emily Blunt e Josh O'Connor, interpretam personagens
que foram abduzidos por extraterrestres na infância. Por isso, eles
compartilham um laço inimaginável que ficou adormecido por anos até que uma
situação extrema o reacende.
Spielberg
parece ter entrado num momento regressivo em sua carreira. Seu filme anterior, “The
Fabelmans” (2022), era extremamente pessoal e contundente, uma espécie de
autobiografia disfarçada onde fazia as pazes com seu passado familiar, algo que
ele jamais tinha feito antes. Agora, em “Dia D”, sentimos Spielberg tentando
resgatar um frescor existencial que se apagou um pouco ao longo dos filmes e do
passar dos anos. LEVA UM CASAQUINHO recomenda.
AUTOBIOGRAFIA
AUTORIZADA
(um
monólogo de Paulo Betti)
Teatro do
SESC Santos - Sexta dia 12 – 20hs
Em um solo
autobiográfico, Paulo Betti revisita sua trajetória marcada por desafios e
afetos, dando vida a personagens de sua própria história. Entre memórias de
infância, humor e poesia, o espetáculo revela como experiências duras se
transformaram em arte, conduzindo o público por uma narrativa emocionante, sensível
e profundamente humana. LEVA UM CASAQUINHO recomenda.
SAIR DA
ILHA PARA VER A ILHA
Até 27 de
Junho (Quarta a Sábado) 13 às 19 horas
Futrica
Economia Criativa - Rua XV de Novembro, 146
Um mapeamento da pesquisa e produção das artes visuais no contexto da Baixada Santista entre 2025-26, realizado por Marcio Harum. Participam da exposição ‘Sair da ilha para ver a ilha’ 22 artistas e um projeto coletivo, apresentando trabalhos em desenho, pintura, gravura, escultura, fotografia, arte têxtil, performance, livro de artista e objeto sonoro. A intenção principal da exposição ‘Sair da ilha para ver a ilha’ é dar visibilidade ao debate em sociedade acerca da intrincada condição que o campo das artes visuais de Santos e região se encontra na atualidade. LEVA UM CASAQUINHO recomenda.

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