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UM CONTO ERÓTICO ATRIBUÍDO A WAGNER MONTES (PSICOGRAFADO POR ODORICO AZEITONA)


Esperei minha tia sair de casa para o trabalho. Eu estava esperando num beco, a alguns metros. Tinha combinado com ela de passar na sua casa para arrumar seu computador, que não estava mais imprimindo. Seria simples e rápido, mas ela queria que eu ficasse para o almoço. Normalmente quando ia para a casa da minha tia, ia para o banheiro bater umas punhetas, mas semana passada ela contratou uma empregada que me deixou completamente louco.

Raquel tinha 19 anos e já era separada. Pelo que eu soube, casou com um coroa da igreja, mas quando engravidou o cara saiu fora, E a largou para ficar com mais uma novinha. O caso é que ela não é de se jogar fora. Morena, encorpada, com uma bunda grande, seios médios, cabelos lisos até a altura da bunda, coxas grossas. Era meio lesada, lenta para algumas coisas, e não era de falar. Ontem, quando a vi pela, primeira vez, estava morrendo de tesão e quase pulei em cima dela. Mas consegui me segurar.

Minha tia a apresentou para mim, e disse a ela que eu era o novo patrão, e se ela não me obedecesse eu poderia falar quando ela voltasse, pois ela já havia vacilado ao quebrar quatro pratos, dois copos e um vaso que enfeitava a sala. Minha tia estava furiosa com a morena bunduda que contratou.

Naquele primeiro encontro com ela eu quase enlouqueeci. Eu a comia com os olhos. Usava uma calça suplex colorida, socada na bunda, deixando sua buceta inchada. Seus seios estavam num tomara que caia preto, meio transparente, onde vi suas aréolas e seus bicos, que estavam durinhos por causa do frio. Meu pau endureceu de tal forma que não tive vergonha de esconder. Raquel baixou seus olhos, talvez por vergonha ou sei lá. Mas ficou evidente que eu queria fodê-la.

Entrei, ela fechou o portão e eu disse para ir na frente. Caralho, que rabo encantador! Estava louquinho com aquele rabão. Sua calça deixava sua bunda bem provocante. Eu perguntei o que ela estava fazendo e ela respondeu numa voz baixa que estava varrendo a sala. Sentei no sofá, ela me ofereceu água e eu apenas a agarrei pela cintura, para ela chegar mais perto de mim. Respondi que queria chupar seus seios. Ela nada falou e eu me aproveitei. Abaixei seu topzinho, revelando uns seios grandes e meio caídos, mas redondinhos. Caí de boca no seio esquerdo, enquando apertava o biquinho do direito. Que delícia! Gostosa! Meu pau latejava forte dentro da calça e eu não pensava em nada. Comecei a passar minha mão nas suas coxas e depois na sua buceta. Me levantei e a fiz ficar de joelhos em cima do sofá. Abaixei sua calça até os joelhos, junto com sua calcinha preta. Aquela visão me excitou de um jeito louco. Fiquei atrás dela, vendo sua buceta inchada e peludinha. Tirei minha pirroca de dentro da calça e, sem dó ou cuspe, agarrei a cintura dela e comecei a fodê-la com força. Estava morrendo de "fome". Ela deu um gritinho, que foi abafado com meu tapa forte na sua bunda. Socava meu pau bem fundo naquela buceta e gemia alto.

Não queria saber se ela estava gostando ou não. Fui metendo rapidamente, pois queria logo gozar. Gemia a cada socada e estava de olho naquele cuzinho dela. Rapidamente comecei a gozar, tirando meu pau e melecando aquela enorme bunda. Me arrumei e a deixei lá, se arrumando aos poucos. Fui para o quarto da minha tia, tremendo todo de excitação. Foi uma foda boa e fácil. Passaria a manhã toda comendo aquela safadinha, até a hora que minha tia chegasse. Arrumei rapidamente o computador da minha tia. Levou cinco minutos.

Voltei para sala e me sentei novamente no sofá. Ela estava varrendo ainda. Tirei meu pau, ainda mole e grande de dentro da calça e comecei a bater uma punheta, olhando para aquela gostosura toda. Então eu a chamei e disse para que se ajoelhasse na minha frente. Ela nada disse e não me olhava nos olhos, só para o meu pau. Mandei ela me chupar. Ela pegou meu pau e colocou todinho na sua boca. Engoliu minha porra sem piedade. Descansei minha cabeça e fechei meus olhos. Raquel fazia um trabalho excelente com a boca, era quase uma profissional. Engolia tudo rapidamente, depois usava sua língua nas minhas bolas, batendo uma punheta. Nunca havia gozado com um boquete antes. Aí fiquei animado, me levantei, agarrei sua cabeça e fui socando forte com meu pau. Gozei gostoso com todo o meu pau enfiando na goela dela. Tirei só depois de sentir minha última porra ter saído.

Sentei novamente no sofá. Depois de meia hora, eu a encoxei novamente na cozinha, com meu pau de fora, roçando fortemente com ela de calça. Tive que abaixar sua calça e gozei gostoso dentro dela, gemendo no seu ouvido e agarrando seus seios. Ela ainda cavalgou em cima de mim no sofá, uns minutos depois. Fodemos muito no tapete da sala e na cama da minha tia. E por fim, gozei novamente com um boquete dela, que me fez arrepiar todo.

Desde então minhas visitas à casa da minha tia tem sido assim. Nada como um sobrinho atencioso, não é? Sem contar que, desde que parei de gastar todo o dinheiro que ganhava com putas, consegui finalmente juntar dinheiro para comprar uma moto. Nada mal, hein?


Odorico Azeitona é ex-irmão marista. Tem dezenas de romances (que ninguém leu) publicados pela Editora FTD. Desde que começou a psicografar obras, tratou de se especializar em Literatura Erótica, e é hoje o maior expoente do gênero em Língua Portuguesa. Possui pelos em ambas as palmas das mãos. 




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