Pois é, caro(a) freguês: mais um ano que chega ao fim. Na certeza de que, em questão de dias, horas, minutos, começará a segunda temporada de 2018. Não nos iludamos: 2019 tem tudo para ser uma repetição desse “tudo o que sempre foi”, “o mais da mesma coisa”, disco de vinil arranhado e ruim de escutar. Precisar-se-ia de muita paciência e boa vontade para acreditar que “... daqui ‘pra’ frente/tuuudo vai ser difereeente...”. O ser humano, ultimamente, anda a se tornar um bichinho bem previsível e quase nada criativo. Chegou a hora de darmos ‘adeus’ para aquelas ‘supresas boas’, notáveis, que faziam nossas vidas ainda valerem a pena. Uma espécie de ‘canção de despedida’ para “... os felizes acidentes”. Cálculo fácil de fazer: como gostaríamos que aquelas pessoas que amamos, pais, mães, filhos, grandes amigos, estivessem, em questão de dias, horas, minutos, junto com a gente no “deeeeez, noooooove, ooooooito, seeeeete...”. Muita gente amada e querida ficou pelo caminho. ...
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