Das inúmeras peripécias que aprontei nesta vida, boa parte delas foi em função da minha sexualidade latente. Sempre foi uma menina bonita. Desde bem jovem, já exibia curvas esplendorosas. Era uma moreninha de olhos verdes, de pele bem branquinha, macia e cheirosa, com seios fartos e cinturinha fina. Isso enlouquecia os meninos e provocava muita inveja entre as meninas da escola. Sempre tive muitos caras interessados em mim. Filha de médico, eu estudava nas melhores escolas, e nunca saía de cima de um salto. Adorava me exibir. Adorava provocar. Minhas amigas se negavam a levar seus namorados com elas quando saíam comigo, pois eles sempre ficavam me olhando, e as cantadas vinham inevitavelmente. Por um bom tempo eu tentei parecer boazinha. Atiçava, mas, no fim, não ficava com ninguém. Tudo pura insegurança e auto-afirmação. Adorava ter todos aos meus pés, só para poder dispensá-los depois. Aos 15 anos, eu via todas as minhas amigas saindo com namorados, mas meu pai não me ...
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