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Showing posts with the label Denzel Washington

O CRÍTICO CARLOS CIRNE INDICA 3 BONS FILMES EM CARTAZ NOS CINEMAS DA CIDADE

Troy Maxson (Denzel Washington), não é exatamente uma pessoa feliz. Envelhecido e desgastado, vive numa casa de subúrbio com a esposa, Rose (a deslumbrante Viola Davis), e o filho pós-adolescente, Cory (Jovan Adepo), ruminando a carreira que quase teve, e o futuro que não se concretizou. Grande jogador de baseball na adolescência, não conseguiu se profissionalizar porque, quando de seu apogeu, as ligas profissionais não admitiam jogadores negros. De uma queda a outra, acabou sua vida como lixeiro, numa confortável, porém muito simples casa de subúrbio. A amargura o transformou num homem irascível e de poucos amigos, entre eles Jim Bono (Stephen Henderson), amigo de todas as horas do casal Maxson. Um de pontos de discórdia entre Troy e a família é justamente a habilidade natural do filho mais novo, Cory, para o futebol americano, que pode inclusive lhe valer uma bolsa de estudos universitária. O pai não concorda com o desenvolvimento da carreira do filme e interfere em sua ...

2 OPINIÕES SOBRE O REMAKE DE "SETE HOMENS E UM DESTINO" DE ANTHONY FUQUA

FEITO À MEDIDA PARA A PLATEIA, E NÃO PARA DESAFIÁ-LA por Renato Hermsdorff para AdoroCinema Se um filme é reflexo do seu tempo, faz sentido a nova versão de Sete Homens e Um Destino ser lançada em 2016, do jeitinho que está. Isso porque, para o bem e para o mal, o remake do faroeste homônimo de John Sturges de 1960 (por sua vez, uma releitura de Os Sete Samurais, de 1954), em relação aos “originais”, atualiza a trama com questões pertinentes aos dias atuais, ao mesmo tempo em que parece feito à medida para a plateia – e não necessariamente para desafiá-la. Em tempos de "inclusão" e "diversidade", o longa de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) traz quatro tipos (numericamente superiores, portanto) não-caucasianos entre os sete do título, sendo um oriental (Byung-Hun Lee), um descendente de indígenas (Martin Sensmeier) e um latino (Manuel Garcia-Rulfo, no papel que seria de Wagner Moura), todos sob a tutela de um negro, Sam Chisolm (Denzel Washingto...

"MUITO BARULHO POR NADA": UM TRIUNFO CINEMATOGRÁFICO DE KENNETH BRANAGH

por Chico Marques De todas as comédias de William Shakespeare adaptadas ao cinema, "Muito Barulho Por Nada", dirigido e interpretado por Kenneth Branagh, é disparado a melhor. Branagh, hoje um especialista em filmes de ação para Hollywood, já nos brindou com cinco incursões sensacionais pela obra do grande dramaturgo inglês, sempre atuando brilhantemente como diretor e ator, e apresentando-se como um novo Laurence Olivier, ou coisa que o valha. Convencendo alguns e outros nem tanto. Mas jamais obtendo atitudes indiferentes como resposta a seu trabalho. A primeira dessas incursões shakespearianas foi a premiadíssima "Henrique V", onde Branagh surpreendeu de forma estremamente positiva com o ritmo da ação que conseguiu imprimir ao filme, dando ao texto original -- que não é alterado em momento algum -- uma agilidade impressionante e um alto  gabarito cinematográfico que só serviu para valorizar ainda mais a obra do grande dramaturgo. Tivemos sete ...