PORRA, E A BRECHA? FECHOU DE NOVO! ( 1ª Temporada, Episódio 04 ) Um dia então aprendemos – por meio do budismo ou de qualquer outro método que defenda a mesma hipótese – que nada ao nosso redor ou dentro de nós, inclusive nós mesmos, é permanente. Tudo está sempre mudando, seja pela transformação das aparências, seja porque as coisas e pessoas simplesmente somem das nossas vidas. Pronto! Descobrimos a brecha. Tudo muda sempre, nada existe para sempre, tudo está sempre mudando. Então só existe o presente. Vai daí que o lance é estar sempre no presente. Eureca! Só que então você também descobre que não consegue fazer essa “mágica” por vontade própria ou quando quer. No máximo, o seu satori meia-boca - de que a jogada é viver apenas no presente e assim a brecha se abriria - vai ter ajudar a perceber com mais facilidade aqueles momentos em que você sente que está vivendo exatamente no agora e, no instante em que você saca isso, você leva um chute ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO