Temos lá severas desconfianças se vale tanto à pena uma Mercearia 24 horas. No que depender do merceeiro, um sujeito quase ‘morcego’, a resposta será “sim”. Contudo, não vale trocar o dia pela noite... Não que isso tenha realmente acontecido: nos intervalos do serviço, vamos nós parar lá no Joinville para o meio que tradicional (e corriqueiro!) mate do Markito. Os dias ensolarados de inverno, com o sol na medida, ficaram lindos. Um azul mais azul, um verde-mar mais verde, a percepção das cores em sintonia-fina. Desacelera qualquer coração constrito. Percebe-se o início das férias quando, nas regiões mais afastadas da orla, a padoca da esquina às 06:30h da manhã está um paraíso de silêncio. Porque, durante período letivo, “valha-me, Deus!”: toddynho, biscoito recheado, pão para a merenda, suco em caixinha, isso, aquilo, aquilo outro... e não é somente um ‘burburinho’ de escolas funcionando. Com o passar do tempo e a chegada do tráfego de dados em altíssi...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO