por Robinson Samulak Alves para CINEMA COM RAPADURA Existem duas formas básicas para contar uma piada num filme: ela pode estar inserida numa sequência ou pode ser feita uma pausa para que ela seja exposta. A primeira costuma ser mais elegante, além de mais trabalhosa e complicada. É preciso inserir um contexto e, ao mesmo tempo, não pode deixar a ação morrer. No segundo caso, a piada tende a ser mais óbvia, podendo até afetar o ritmo, mas dificilmente não será eficaz. “Deadpool 2” consegue se beneficiar de ambas possibilidades, embora opte, sempre que possível, pelo mais fácil. A trama apresenta o anti-herói assumindo o manto de justiceiro inconsequente, cria um drama pouco convincente e acrescenta novas personagens para tentar oferecer alguma novidade, mas no final, esta sequência não se afasta muito do filme anterior. Cable (Josh Brolin, de “Vingadores: Guerra Infinita”) volta no tempo para matar Russell (Julian Dennison, de “A Incrível Aventura de Rick Baker”), um...
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