A mesma pergunta se repete ano após ano: Tudo bem dar livros de presente em ocasiões como o Natal? E a resposta também se repete: Sim, claro! Cabe nestas linhas analisar o saudável hábito de presentear com livros. Um livro aproxima as pessoas. Quando alguém se arrisca a pensar em como o conteúdo da obra combina com a pessoa presenteada, é um passo de comunhão. A gente nota isso na hora da abertura do pacote, nas feições expressadas pelo futuro leitor. Alguns livros raramente são dados de presente. Difícil embrulhar o "Minha Luta", de Hitler, por exemplo. A crônica, o humor e os romances são os campeões de bilheteria. Muitos outros pontos são favoráveis para se lembrar do presente-livro. Eles não apertam o joanete e vestem que é uma beleza, até para quem ganhou uns quilinhos e só usa preto ultimamente. Não assusta uma cor cítrica na capa, como aquela da camisa berrante que você deu no último amigo-secreto, lem...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO