Uma curiosidade que se manifesta em alguns escritores com quem convivo: vários não dirigem. Alguns guiam, mas não gostam. Outros nem isso. Parece que não combinam com a desenvoltura ao volante, são distraídos e adoram trocar idéias que ziguezagueiam tanto quanto o carro. Lá na minha livraria uma das mais importantes atividades é a de levar escritores para realizar encontros à beira-mar, em Santos. Boa parte destas experiências é o combustível que incendeia estes artigos de memória, que se transformam nestas passagens. Estava agendando com um já amigo, o filósofo e economista Eduardo Giannetti, autor de AUTO-ENGANO e FELICIDADE, ambos da Companhia das Letras, um bate-papo com o público para discutir as idéias em torno de seu livro, O VALOR DO AMANHÃ. Nesta obra, o filósofo discorre sobre dois tipos principais que povoam a humanidade no novo e no velho mundo: o homem devedor e o homem credor. O brasileiro claramente se c...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO