No início, eram somente ‘duas semanas’. “Ah! Dá ‘pra’ levar”, pensaram muitos. “O que são duas semaninhas recolhido em casa, sem poder ir à praia... passam logo”. Até que se vão cinco meses. É bom não esquecer que Santos já vinha com alguns bloqueios sanitários por causa das atividades portuárias, e que o prefeito efetivou o bloqueio às praias — a fim de se evitar os chamados ‘clusters’ — no dia 06 de março. Bom, final de agosto... e nenhum sinal de que as agruras cessarão. O pessoal que já não batia bem dos pinos começou a dar ‘tilt’ direto: fácil de testemunhar, mesmo em casa, uma vez que os(as) ‘panguá’ publicam os passeios com tons idílicos — o bom e velho lance do “eu tenho direito a um banho de sol!” — em redes sociais. Incrível, isso! A justificativa não é nem um pouco inovadora: “... o médico falou que não é bom ficar sem tomar sol...”, “... precisamos de banho de sol! Como fica nosso sistema imunológico?!” ou coisas do tipo “... até presidiários têm banho de sol...” en...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO