Foi uma tonelada de textos... todos prontos para publicação. Chegava na hora, refutava: sempre tinha um dado novo para trazer à luz, uma mudança de paradigma... rolava sempre algum tipo de coisa — um troço qualquer — que me fazia meter o pé no freio, dar um jeito de não botar o texto para frente. Quando deu um mês, meti um baita ‘textão-áudio’ para o editor dessa nobre revista. Por doze minutos, expliquei que não havia emudecido: havia textos aos borbotões, de dúzias, mas quase todos eles com um tom mais puxado para o niilismo e sempre com traços de uma certa agressividade que nem dava para explicar muito. Esse texto foi escrito no sábado do feriadão de 07 de setembro — o feriado nacional cai numa segunda-feira. Para quem é de Santos, rola o 08 de setembro logo em seguida — dia da madroeira da cidade — garantindo à querida população de Enguaguaçu uma espécie de ‘carnaval’ no segundo semestre, mas sem quarta-de-cinzas. Puxo aqui esse contexto por causa da quantidade de automóveis ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO