ilustração: O Alce, de George Stubbs Poesia, Uma Coisa Natural Nem nossos vícios nem nossas virtudes promovem o poema. “Eles surgem e morrem tal como o fazem todos os anos sobre as rochas.” O poema se alimenta de pensamentos, sentimentos, impulsos, para recriar a si mesmo, uma urgência espiritual capaz de transpor sombrias escadas. Essa beleza é uma persistência interior em direção à fonte pelejando contra (dentro) a correnteza do rio, um chamado que escutamos e respondemos na intempestividade do mundo, bramidos primordiais a partir dos quais o mundo novo poderia surgir, não há salmões no reservatório onde caem as avelãs, senão nas cascatas a batalhar, inarticulado...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO