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Showing posts with the label Roberto Menescal

O ANIVERSARIANTE DO DIA É O EMBAIXADOR DA BOSSA NOVA HÁ MAIS DE 50 ANOS

PARA CELEBRAR O ANIVERSÁRIO DE 79 ANOS DESSE GRANDE GUITARRISTA BRASILEIRO, RESGATAMOS UM PROGRAMA DE UMA HORA DE DURAÇÃO GRAVADO EM 2002 COM ROBERTO MENESCAL, E SUAS COMPOSIÇÕES FAVORITAS INTERPRETADAS POR ARTISTAS DE VÁRIAS GERAÇÕES

RIO WEEKEND (22 a 24 de JULHO de 2016)

FATAL Teatro Gláucio Gill - Copacabana Sábado, Domingo e Segunda (20hs) Até 15 de Agosto Em 2010, com  RockAntígona , Guilherme Leme Garcia deu início a uma pesquisa cuja matéria-prima era a tragédia grega.  Trágica.3 , de 2014, deu continuidade ao processo. Agora, em  Fatal , o diretor investiga a paixão, mas sem abrir mão da mitologia. Na montagem, costura textos de Jô Bilac (sobre o amor dos deuses indianos Kama e Rati), Pedro Kosovski (Eros e Psique vão parar em um dark room romântico) e Márcia Zanelatto (Tristão, Isolda e um toque de voyeurismo). Debora Lamm e Paulo Verlings dão vida aos três casais. No espaço cênico, apenas luz, figurinos e o tom das atuações variam. Ao atualizar mitos tão poderosos, arquétipos que construíram a noção de romantismo, o diretor aborda, por tabela, a ausência de paixão em nosso tempo. A produção despojada valoriza o trabalho forte e seguro dos dois atores. Na sua despretensão,  Fatal  soa como um necessário ...

RIO WEEKEND - 24 A 26 DE JUNHO DE 2016

HAMLET OU MORTE! sábados e domingos Teatro Municipal Ziembinski-Tijuca Em meados dos anos 70, o inglês Tom Stoppard escreveu 15-Minute Hamlet, comédia ancorada em uma ideia inusitada, já explicada no título: condensar em apenas um quarto de hora o clássico de William Shakespeare. Baseado nesse texto, um grupo de cinco amigos formados pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), reunidos em uma companhia batizada de Os Trágicos, criou um esquete para ser encenado na quarta edição do Festival Universitário do Rio de Janeiro, em 2014. Elogios e prêmios amealhados pela curta montagem incentivaram o quinteto, constituído por Gabriel Canella, Pedro Sarmento, Yuri Ribeiro, Diogo Fujimura e Mathias Wunder, a ampliar o esquete, dando origem a esta divertida comédia. Professora dos rapazes na CAL, Adriana Maia assina direção e dramaturgia. A rigor, no que diz respeito ao texto, a diferença é o acréscimo de um preâmbulo ao que fora encenado no festival. Nele, mostra-se como um grupo de l...

CHICO BUARQUE É LATIFUNDIÁRIO. PORQUE O MST NÃO INVADE O CAMPO DE POLYTHEAMA?

Nunca entendi direito essa babação de ovo generalizada que rola desde sempre com a figura duvidosa de Chico Buarque de Holanda. Conheço Chico desde o tempo em que bebia Bells até cair no Bar do Estúdio da Phonogram, e posso afirmar que seu caráter sempre seguiu na contramão de seu talento como compositor.  Apesar dos Anos 1970 ser uma época de excessos de todos os tipos, eram poucos os artistas que queimavam seus filmes enchendo a cara no Bar da Phonogram, até porque aquilo, bem ou mal, era um ambiente de trabalho. Chico era um deles. Raul Seixas e Tim Maia eram os outros dois. A lista parava por aí. Na época, a Phonogram vivia uma relação complicada com Chico, pois, apesar de seus discos venderem pouco, tê-lo no elenco era questão de honra para o marketing da Companhia -- que se orgulhava de ter sob contrato a Santíssima Trindade dos Cantores-Compositores Brasileiros: Caetano Veloso, Gilberto Gil e ele. "Construção" (1971), como indica a capa da ...