Que belo convite escrever nesse sítio com tanto glamour! E precisava duma pegada caminho vereda para engatar reflexões alinhavadas do meu tempo: teço essas linhas ouvindo Pat Metheny sob o calor senegalesco dos trópicos paulistas.... nessa virada de ano re-assisti com mesmo gozo de sempre "Os sonhadores" de Bertolucci: esse mestre me é tão familiar quanto os canais de Santos e a Vila Belmiro: gosto que me enrosco da maneira e das temáticas da obra tão eclética de Bernardo! Sim chamo-o da maneira com que beberico uma cerveja no Terminal Jabaquara com expectativa de descer a serra ouvindo Gato Barbieri. Cresci nos anos 70 sob a égide da famigerada ditadura e a mítica proibição de “Saló” de Pasolini (que assisti em 1980 no extinto Cine Indáia) e “O Último Tango em Paris”, que veria pela primeira vez em VHS nos anos 90 tão somente.... meu tesão por Marlon Brando já arrefecia e ainda ecoa permanentemente a trilha sonora que virou hit pessoal de boêmia e existencialismo t...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO