Por conta do ‘famigerado esporte bretão’, aquele ponto remoto dos mares-do-sul possui um solo sagrado. Mais um ano em que o jogo final será ali, terra onde exímios futebolistas já botaram seus pés sobre. Seja envergando a camisa ‘do oposto’, ou pelo time ‘da casa’, o estádio já recebeu o que chamaríamos de ‘o fino da bola’. Em frente a uma hospedaria na Floriano Peixoto, noite de sábado, um ônibus cuja placa era de uma cidade pouco conhecida de Santa Catarina está estacionado. No interior da pousada, um grupo de torcedores vindos de Blumenau, todos vestindo a camisa do time anfitrião, joga carteado. A expectativa é tanta, em especial para os mais jovens, que já era para lá de meia-noite e nada do sono chegar. Ao redor do estádio, repousam as cercas de metal, em posição, algumas tomando metade do leito carroçável. É assim todo jogo. Numa final de certame, mais ainda. O nervosismo não deixa os ansiosos dormirem: alguns torcedores chegam à Meca e, num ato de fé, dirigem s...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO