Essa de carimbar como credenciado por ter sido traduzido em 70 ou sei lá quantos países não significa qualidade. Poderia citar uma centena de exemplos, mas não vou perder tempo. Li alguns autores de ficção e confesso que apreciei poucos dos que surgiram, nem um novo Asimov, Clark, Verne. Não me apraz essa de monstros disformes, alienígenas, predadores do espaço e por ai vai. Ficção que me dá prazer tem que ter vértice de serem possíveis acontecer. Minha companheira é fã incondicional e lá vou eu me sentido chapado de ácido lisérgico, não aguento mais super-hérois, a contrapartida é tê-la ao lado assistindo filmes tal como "Amour" do Haneke, Nebraska que para ela é de uma monotonia tal que dá vontade de tomar cicuta. Nunca li nada de Margaret Atwood e me interessei face a insistência dela para que assistisse o seriado "The Handmaid’s Tale" que de certa forma avança como se fosse um filme dos que gosto e ela não. Baseado no "Conto da Aia" nos faz atraves...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO