Mercearia antiga, tempos modernos... Levando-se em consideração que o Compact Disc (CD) de músicas teve somente uma década de vida antes de ser tragado pelas compressões de arquivos (MP3, Ogg Vorbis, Flac e afins) com devida difusão através de transmissões de dados, já não dá para se espantar com a quantidade de ‘plays’ (Deezer, Spotify, Netflix, entre outros) espalhados por aí. Verdade verdadeira, é um ‘eita’ atras de ‘eita’! Com pequenos valores de assinatura, universos inteiros de conteúdo jamais imaginados na história do mundo: ao alcance da mão pelos botões dos controles remotos. Não que isso seja a ‘salvação da lavoura’: no caso dos produtores de conteúdo (músicos, cineastas, diretores(as) e semelhantes), uma recorrente reclamação de ‘paga ruim’. De fato, muito dinheiro jorrando para pífios repasses. Só tem um ‘pobreminha’: ou é isso, ou anonimato. É possível partir para a difusão independente? É. Porém, até que o troço pegue no breu, é de encher a veia do pe...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO