publicado originalmente em O GLOBO em 13 de Fevereiro de 2013 Numa Quarta-Feira de Cinzas, nada melhor para curar a ressaca de álcool ou de folia do que uma boa caminhada à beira-mar. Aliás, é remédio indicado para todos os dias. Eu, por exemplo, pertenço à confraria dos que caminham sistematicamente pelo calçadão da orla de Ipanema, os profissionais, aqueles que têm seus próprios códigos não escritos, como o de não parar com o outro, não parar para nada, nem para tomar água de coco. Se quiser conversar, converse andando. Como dizia o grande poeta espanhol Antonio Machado, “o caminho se faz caminhando”. Nesse grupo de caminhantes assíduos, há os que preferem o horário das 6h, como o jornalista Carlos Schroder. Ou os que variam de hora, como o vice-governador Pezão. Xicô Gouvea e Paulo comparecem lá pelas 8h. Fernanda Montenegro, só esporadicamente, mas também é querer demais vê-la todo dia. Alguns estão sumidos, como Cacá Diegues e Nelsinho Motta. Por onde an...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO