por Chico Marques Quando eu era adolescente, no início dos Anos 70, meus interesses literários se limitavam a Histórias em Quadrinhos (da Marvel, na época editadas aqui no Brasil pela EBAL - Editora Brasil América, do Rio) e a livros de ficção-científica de autores como Arthur C Clarke e Isaac Asimov, que achava meio chatos na época -- e hoje acho insuportavelmente chatos. De qualquer maneira, foi através da ficção científica que, pouco a pouco, fui descobrindo as preferências literárias que cultivo até os dias de hoje. Autores como Romain Cary, René Barjavel, Alfred Bester e principalmente Kurt Vonnegut Jr foram excelentes anfitriões literários, e a eles agradeço por muitas e muitas horas de prazer solitário. Falando em prazer solitário, foi por volta de 1974 que, através das revistas STATUS da Editora 3 e também da PLAYBOY da Editora Abril -- que aqui no Brasil, estranhamente, ganhou outro nome: A REVISTA DO HOMEM --, descobri uma nova modalidade literária até então ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO