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Showing posts with the label Tim Maia

SANTIAGO..... CADÊ O RETORNO, SANTIAGO? (uma crônica de Marcelo Rayel Correggiari)

Em tempos de crise, é preciso diversificar. Uma Mercearia não pode ficar restrita apenas aos seus secos-e-molhados que, porventura, fazem a cabeça da freguesia. É preciso diversificar, lidar com itens intangíveis, mas igualmente queridos desse(a) freguês(a). Algo que toque mais a alma para que se acesse a emoção do bolso do(a) cliente. Ou seja, é possível se aperceber de que não está simples para ninguém... Comenta-se, dos vários hábitos e passagens folclóricas de Sebastião Rodrigues Maia (nome de batismo do cantor e compositor Tim Maia, Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 – Niterói, 15 de março de 1998), que ele faltava a shows. Adquirir entradas para uma de suas exibições era um itinerário pontilhado de fortes emoções. Um terror para os produtores locais de qualquer cidade brasileira. Corria-se à boca pequena certo insucesso para o cumprimento de compromissos, em especial os que envolviam dinheiro. Se isso era verdadeiro ou não, a força de folclore (como dito há pouco)...

EM DUAS SEMANAS O QUE SE SOFRE O ANO INTEIRO (por Marcelo Rayel Carreggiari)

O ator, apresentador e humorista Jô Soares (José Eugênio Soares, 16 de janeiro de 1938, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro) costumava compartilhar o caso de um conhecido alemão que morava na capital fluminense e não dava o menor sinal de voltar para casa. Logo perguntaram o que fazia ele gostar tanto do país a ponto de ficar. “Mas e aí?! O que há de tão bom por aqui que você não volta pra Alemanha?!”. “A exculhambassóm”, disparava o amigo. Essa olimpíca Mercearia evita se enfurnar nas efemérides do momento, mas depois de tanta gente se mandando da ‘Cidade Olímpica’ por conta das ‘humilíssimas’ instalações (dá para se ouvir a voz de Elizeth Cardoso ao fundo: “(...) barracão de zinco/ tradiçããããooo do meu paaaaíííííííísss (....)” ), ficou difícil deixar o assunto (e a vergonha!) passar em branco. Assim, esse respeitoso estabelecimento deixa um aviso ao(à) querido(a) freguês(a) de parar a leitura nesse ponto do texto caso a tolerância a palavrões seja muito baixa. Tud...

JOÃO ROMUALDO REÚNE MÚSICOS SANTISTAS E PRESTA UMA BELA HOMENAGEM A TIM MAIA

CHICO BUARQUE É LATIFUNDIÁRIO. PORQUE O MST NÃO INVADE O CAMPO DE POLYTHEAMA?

Nunca entendi direito essa babação de ovo generalizada que rola desde sempre com a figura duvidosa de Chico Buarque de Holanda. Conheço Chico desde o tempo em que bebia Bells até cair no Bar do Estúdio da Phonogram, e posso afirmar que seu caráter sempre seguiu na contramão de seu talento como compositor.  Apesar dos Anos 1970 ser uma época de excessos de todos os tipos, eram poucos os artistas que queimavam seus filmes enchendo a cara no Bar da Phonogram, até porque aquilo, bem ou mal, era um ambiente de trabalho. Chico era um deles. Raul Seixas e Tim Maia eram os outros dois. A lista parava por aí. Na época, a Phonogram vivia uma relação complicada com Chico, pois, apesar de seus discos venderem pouco, tê-lo no elenco era questão de honra para o marketing da Companhia -- que se orgulhava de ter sob contrato a Santíssima Trindade dos Cantores-Compositores Brasileiros: Caetano Veloso, Gilberto Gil e ele. "Construção" (1971), como indica a capa da ...