POR RODRIGO OLIVEIRA PARA OBSERVATÓRIO DO CINEMA Desde que o caminho de Jason Reitman cruzou com a sagacidade e com o espírito sardônico de Diablo Cody, seu cinema nunca mais foi o mesmo. Dono de um histórico profissional, até então, humilde, composto por alguns curta-metragens e o notável Obrigado por Fumar (2005), o realizador pôde desfrutar de uma ascensão meteórica a partir do longa Juno (2007), filme indicado ao Oscar e responsável por marcar o início da parceria entre os dois. De lá pra cá, as obras de maior relevância narrativa da carreira do diretor tem o dedo de Cody no roteiro. Ainda que a produção Jovens Adultos (2011) tenha passado despercebida, a essência inventiva e irônica da escritora está toda ali, obtendo êxito na construção de um cinema de assinatura ao lado de Reitman. Felizmente, Tully é mais um bem-sucedido encontro da dupla, que aqui desperta de um recesso que deixou saudades. Num universo por onde pessoas comuns transitam de mãos dadas com seus ...
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