por Sérgio Prior para Sétima Arte John Krasinski não é apenas um sujeito bonito. Ele sabe atuar -- não só em comédias --, escrever e dirigir. Partindo do pressuposto que o nosso planeta passou por uma hecatombe, só conseguem sobreviver os humanos que não emitirem sons. Não há maiores explicações para o fato. Ainda bem. Caso ocorressem quaisquer frêmitos criaturas alienígenas atacam e matam. A família composta pelo pai (John Krasinski), mãe (Emily Blunt), filha (Millicent Simmonds, em atuação brilhante) e filho (Noah Jupe) vivem silenciosamente numa casa isolada. Uma espécie de bunker, com câmeras de vigilância, alimentos armazenados e armas. O fato da filha ser surda, a família tem a comunicação por sinais facilitada. Há pouquíssimos diálogos ao longo dos 90 minutos do filme. Uma das cenas mais emblemáticas é aquela na qual o pai leva o filho para uma cachoeira, que serve para bloquear os sons por ele emitidos, e, dessa forma, eles pode...
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