Skip to main content

Posts

Showing posts with the label LEVA UM CASAQUINHO 620

CONHEÇA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FESTIVAL VARILUX DE CINEMA FRANCÊS 2018

FESTIVAL VARILUX 2018 PROGRAMAÇÃO SANTOS Em Santos, os filmes do Festival Varilux serão exibidos no Cinespaço Santos, que fica no Miramar Shopping – Rua Euclidades da Cunha, 21. 07/06 – QUINTA-FEIRA 14h40 A Excêntrica Família de Gaspard , de Antony Cordier 16h45 O Poder de Diane , de Fabien Gorgeart 18h30 Marvin , de Anne Fontaine 20h45 Primavera em Casablanca , de Nabil Ayouch 08/06 – SEXTA-FEIRA 15h00 Troca de Rainhas , de Marc Dugain 17h00 O Retorno do Herói , de Laurent Tirard 18h50 Gauguin – Viagem ao Taiti , de Edouard Deluc 20h50 Nos Vemos no Paraíso , de Albert Dupontel 09/06 – SÁBADO 14h20 A Raposa Má , de Benjamim Renner e Patrick Imbert 16h00 Promessa ao amanhecer , de Eric Barbier 18h30 Carnívoras , de Jérémie Renier e Yannick Renier 20h30 O Amante Duplo , de François Ozon 10/06 – DOMINGO 14h10 50 são os novos 30 , de Valérie Lemercier 16h05 Marvin , de Anne Fontaine 18h20 Z , de Costa...

POEMAS DESCABIDOS PARA TEMPOS DESABITADOS: “POEMA DE OUTONO” (por Flávio Viegas Amoreira)

"E quando soar o sino, não estiveres por perto o templo ainda reverbera em ti o sentido daquele instante não mais consolação / ainda assim o silêncio compartido ecoa dum maio que também partia depois da magia duma noite sem retorno não tens mais aquele maio / nem mais aquela precisa noite volta-te ao mar da tua origem: a ele pede reflexos que retenham a lembrança: que as vagas contenham nas ondas o pó do teu destino quando o inverno diz mais uma vez solidão responde terno: tiveste num maio passado pausa ao tormento: foste o homem com seu amado das ruas em silêncio / do vinho ainda em teu hálito; cálamo num casto leito paixão tão em teu repouso a vida não é entendível compreender no vácuo do absurdo no gesto donde escreve foste apartado do meu tempo / mas desde o copo a boca nenhum amargor ou ranço / poeto, esvoa-ço é a manhã que me sopra e preenche a fala dos homens que crêem nas páginas em branco / vai por quem quiseres e aceita ...

NOITE ORGÂNICA (por Marcelo Rayel Correggiari)

Mercearia antiga, tempos modernos... Levando-se em consideração que o Compact Disc (CD) de músicas teve somente uma década de vida antes de ser tragado pelas compressões de arquivos (MP3, Ogg Vorbis, Flac e afins) com devida difusão através de transmissões de dados, já não dá para se espantar com a quantidade de ‘plays’ (Deezer, Spotify, Netflix, entre outros) espalhados por aí. Verdade verdadeira, é um ‘eita’ atras de ‘eita’! Com pequenos valores de assinatura, universos inteiros de conteúdo jamais imaginados na história do mundo: ao alcance da mão pelos botões dos controles remotos. Não que isso seja a ‘salvação da lavoura’: no caso dos produtores de conteúdo (músicos, cineastas, diretores(as) e semelhantes), uma recorrente reclamação de ‘paga ruim’. De fato, muito dinheiro jorrando para pífios repasses. Só tem um ‘pobreminha’: ou é isso, ou anonimato. É possível partir para a difusão independente? É. Porém, até que o troço pegue no breu, é de encher a veia do pe...

PREOCUPANTE (por Alvaro Carvalho Jr)

Preocupante. Mas, desistir? Jamais... Pesquisas são traiçoeiras, assustadoras e pouco confiáveis. Mas, de qualquer maneira, são elas que nos dão um mínimo de visão do que pode acontecer, seja lá em que setor da nossa vida. Em política, particularmente, a pesquisa chega a ser surpreendente: muitas vezes o favorito quebra a cara e acaba em último, uma fenômeno que a gente vem assistindo com certa frequência, principalmente depois que o dinheiro e as fakes news chegaram para ficar: atacam jornais, redes, rádios, tv e qualquer coisa que se assemelhe a mídia. Por isso, mesmo considerando que ¾ do eleitorado ainda não tem a menor ideia em quem votar, os candidatos que lideram  são exatamente aqueles que a gente adoraria ver pelas costas, presos , expulsos da política. Mas, como este País precisa seriamente de um divã, não chega a ser surpreendente que um Renan Calheiros, por exemplo, lidere as pesquisas para o senado em Maceió, seu notório curral eleitoral. Ou um Collor de...

A MAIS BELA MULHER (por Ademir Demarchi)

As mulheres estão escravizadas pelos ditames da cultura contemporânea, que combina narcisismo e consumo com culto à superficialidade. São condenadas a se olharem ao espelho à procura de alguém parecida, por exemplo, com os traços esguios, os belos cabelos de lisas ondulações perfeitas, o sorriso, o charme de Giseles Bündchens. O espelho não mente e não é uma outra dimensão borgiana por onde se possa entrar. Ao se olharem e encontrarem uma “outra”, mesmo que com todas as qualidades, que recusam por não ser a idealizada, ganham seu bilhete para o inferno diário das seguidas trocas de roupas, estica-e-puxas, pinturas, penteados, tinturas, cremes, perfumes, e sabe-se lá mais o que andam inventando para tapar esse buraco sem fundo preenchido por coisas das quais paradoxalmente se tornaram apêndices – às quais se somam, é claro, quando há um homem por perto, seguidas perguntas de “está bom assim?” ou “fiquei bem?” O sintoma disso está presente nas ruas, no crescente e já exorb...