Tuesday, November 15, 2016

AS DESVENTURAS DE BENJAMINA LAVADINHO DEVASSA PORTUGUESA COM CERTEZA (#14)

Recebi uma mensagem que dizia:

"Vou guardar lugar para ti ao meu lado no jantar, não leves cuecas."

Percebi que ele já sabia que também ia ao jantar da empresa. Fiquei entusiasmada e ao mesmo tempo um pouco receosa. Gosto de cultivar uma imagem de inatingível e sei que me consideram arrogante o que mostra que tenho sucesso. Contudo tenho de ter cuidado.

Cheguei um pouco mais tarde pois tive alguns emails para responder, mas vi o lugar vazio que me esperava e o brilho nos olhos dele. Aposto que estava morto para saber se tinha cumprido o seu desejo.

Cumprimento os colegas e faço-me de surpreendida, vou aproveitar o lugar vazio então, digo eu.

(Adoro este papel)

O jantar está a decorrer animadamente, e eu mantenho-me de lado a falar com outros colegas, evitando de propósito mostrar intimidade com ele.

Após alguns brindes começo a sentir-me mais leve e ele surpreende-me ao colocar a mão dele na minha coxa, apertando-a levemente. Acho que ele já estava mais tocado do que eu.

Olho em volta um pouco tensa… será que alguém viu?

A adrenalina da situação começava a bombar dentro do meu corpo, ninguém sabia do nosso entendimento fora da relação profissional e confesso que tinha um gozo extra em manter uma postura distante ao mesmo tempo que me sentia molhada entre as pernas.

O dia tinha sido um intenso tease de sexting e estava ansiosa por continuar a provocação e saber onde ela nos ia levar.

Ele começa num flirt com outra colega e eu faço-me despercebida… aproveito para encher o meu copo de vinho. Com o jantar a chegar ao fim começa aquela movimentação de cadeiras e mudanças de lugar, alguns colegas vão à rua fumar. O ambiente era descontraído e a noite ainda agora começava, uma vez que o restaurante ia estar por nossa conta.

Levanto-me para ir à casa de banho, estava com calor, queria refrescar-me e retocar o bâton. Quando estou a sair para retornar à sala ele aparece de repente e empurra-me novamente para a casa de banho e fecha a porta atrás dele. Digo-lhe nervosa:

"Estás louco? E se alguém nos vê?"

Ele faz-me “shiuu” e começa a abrir as calças, eu sento-me sobre o tampo da sanita claramente surpreendida com a audácia. Não tinha ainda a certeza da loucura… mas que me deixou muito excitada tinha de admitir.

"Anda puta, queres senti-lo na tua boca não queres? Anda chupa-me!"

Dizia ele enquanto se encostava a mim e me esfregava o caralho na cara. Estava cheia de vontade mas queria que ele puxasse por mim… Ele então agarra-me e empurra-se contra a minha boca, forçando-se a entrar!

Deixo as minhas mãos em baixo penso não lhe quero fazer uma mamada… quero que ele me foda a boca! Ele entao segura a minha cabeça com firmeza e enfia-me o caralho rijo bem fundo, sinto-o a bater na minha garganta! Olho para ele e sem falar instigo ainda mais a loucura, ele penetra-me intensamente mais 3 vezes e larga-me.

Afasta-se e começa a fechar as calças, eu estou meia decomposta, sentada, ainda ofegante a olhar para ele enquanto mordo o lábio… estava sedenta de mais!

Ele sai rapidamente e fecha a porta. Eu fico imóvel, quero que o meu corpo volte ao normal e que o intenso calor passe antes de ser vista. Estaria alguém à espera de vez?

Tinha a cona a latejar e a cabeça no carrossel! Levanto-me e ajeito o vestido, penteio o cabelo com as mãos e saio para ir ao lavatório lavar a boca.

Quando me preparava para regressar, já não tinha noção do tempo à que estava ausente, ele volta a aparecer.

Tinha os olhos brilhantes e estava completamente enlouquecido! Ri-me e disse-lhe:

"Nem penses"

Não havia palavras que o demovessem e eu também não tinha sido convicente, mas estávamos a esticar os limites… hesitei…

Deixei-me levar! Voltámos à casa de banho de há pouco… e quase imediatamente já tinha a sua pila rija e pulsante a bater na minha cara, língua e garganta.

Desta vez a intensidade levou-o a agarrar-me contra ele e segurar-me bem enquanto me fodia a boca.

Eu sentia-me a sufocar e as lágrimas começaram a nascer nos meus olhos.

Ele deixou-me descansar por berves momentos… e voltou a segurar-me da mesma forma e eu olhei fixamente para ele! Ele viu o quanto eu estava a gostar e só dizia:

"Puta!"

Quando parou novamente, disse-lhe:

"Temos de parar! Já devem ter dado pela nossa falta!!"

Ao que ele responde contrariado antes de se ir embora.

"Puta, quero-te tanto foder!"

Volto a compor a roupa e saio da casa de banho tentando disfarçar o sorriso que tinha estampado na minha cara.

Vejo-me ao espelho e um pouco do rímel tinha borrado, limpo e aplico algum pó na cara, sacudo o cabelo e volto à sala com a minha postura habitual.

Sento-me na mesa, ele estava lá fora, e continuo uma conversa banal com uma outra colega. Fingido-me interessada no tema, só pensava:

"Miúda, acho que ninguém deu por nada… será que desconfiam? Será que sonham? Bem, isso agora não interessa! Queres acabar de mamar aquele caralho e não passa de hoje."

O pós jantar estava a terminar e a grande maioria dos colegas foi indo para casa.

Entre os poucos que foram ficando planeavam-se agora as boleias.

Fiz-me de desinteressa das várias sugestões, até que ele me disse, queres vir comigo? Tenho o carro mesmo aqui à porta.

Sem mostrar grande entusiasmo disse:

"Ahh ok! Boa assim não tenho de andar muito. Estes sapatos estão a dar-me cabo dos pés"

Saímos do restaurante e já estávamos no carro dele.

Olho para as horas, já era tarde e não me podia atrasar muito mais a chegar a casa. Digo-lhe sincera:

"Que pena… já é tão tarde…"

Ele diz-me, enquanto arranca com o carro, vamos só a um sítio.

Ok, mas eu não me posso demorar muito, respondi.

Chegamos a um largo grande de estacionamento entre prédios e eu olho em volta desconfiada, ele diz-me que é tranquilo. Já era de madrugada mas podia estar alguém à espreita. Dados os acontecimentos daquela noite…who cares pensei.

Ele abre as calças e ela já está bem rija. Eu tiro o vestido e fico só de soutien e meias de liga, não tiro os sapatos porque adoro ver-me assim.

Ele chega o banco do condutor para trás e eu meto-me de gatas com os joelhos no banco do passageiro debruçada sobre ele.

Cheia de vontade volto a chupar-lo com intensidade, por momentos voltei à loucura da casa de banho.

O álcool estava a fazer o seu efeito nele e apesar da minha dedicação ele estava longe de se vi. Já era tarde e o meu tempo estava a esgotar-se! Pergunto sem vergonhas:

"Vais-te vir querido?"

Ele queria tanto vir-se que decidimos arriscar mais. Ele abre que porta do lado dele e sai, fica de pé com as calças abertas e o seu caralho rijo a chamar por mim do lado de fora do carro. Ficamos totalmente expostos a potencias mirones.

Avanço de gatas para ele e assim ele afunda-o na minha garganta uma e outra vez enquanto agarra bem os meus cabelos.

Fode-me a boca até terminar vindo-se bem dentro dela.

Ahhh que prazer eu tenho! Que loucura boa expostos assim na rua até gostava de estivessem a ver pensa a putinha dentro de mim.

Voltamos para dentro do carro e trocamos um beijo carinhoso… apercebo-me que nunca nos tínhamos beijado antes… volto a beijá-lo intensamente enquanto lhe acaricio o peito!

Sem falarmos compomos a roupa e arrancamos.

No caminho para casa só pensava que estava morta de curiosidade para saber as fofocas do jantar próprias do dia seguinte e só rezava não ter marcas no corpo!


Benjamina Lavadinho é uma mulher poderosa em Portugal.
Durante o dia, é uma causídica incansável,
empenhada em ajudar a eliminar os focos de corrupção
que norteiam o Governo Português.
Mas quando cai a noite, ela se transforma
em uma caçadora solitária implacável.
Esta é a décima-terceira de uma série
de 20 destemidas aventuras sexuais noturnas
de Benjamina Lavadinho
pelas principais cidades portuguesas
que LEVA UM CASAQUINHO tem o prazer de publicar
com exclusividade para o público brasileiro.


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