Você se lembra de sua reação ao ver, pela primeira vez, “Neo” se esquivando de tiros, no primeiro “Matrix” (1999)? Lembro-me claramente de pensar: “Isso é muito bom! E provavelmente começa a ser copiado amanhã de manhã”. Dito e feito. A partir de então, o efeito “bullet-time” passou a fazer parte da cartilha de filmes de ação com viés futurista ou de fantasia, e a câmera lenta tomou conta do panorama. Assistindo a esta nova aventura dos “Vingadores”, o sentimento é praticamente o mesmo. O filme é tão bom que deve estabelecer alguns parâmetros para a indústria, a partir de agora. E não é papo de fã, não. A gente sabe que para cada “O Império Contra-Ataca” - a magnífica continuação do “Star Wars” original, ou seja, o atual “Episódio V” - existe uma dezena de continuações que afundam fragorosamente num oceano de repetições sem graça das fórmulas bem sucedidas no primeiro episódio. Mas, também acontecem – mais raramente – casos de continuações que têm algo mais a acrescentar à ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO