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Showing posts with the label Guillermo Cabrera Infante

CAFÉ E BOM DIA #70 (por Carlos Eduardo Brizolinha)

Faz um ano estava lendo Gore Vidal, nasceu em 1925 e morreu em 2012 em West Point, Nova York, no dia 03 de outubro. Viveu sua infância em Washington D.C. Seu pai foi aviador pioneiro que trabalhou para o governo do presidente Roosevelt. Em 1964, escreveu a biografia do imperador romano Juliano. Publicou histórias de detetive com o pseudônimo de Edgar Box. Escreveu uma série de livros, “as Narrativas do Império”, sobre os presidentes americanos e que passou a ser sua plataforma literária: “Burr” (1973), “1876” (1976), “Lincoln” (1984), “Empire” (1987), “Hollywood” (1990), “The Golden Age” (2000). Ainda escreveu uma série sobre a idade antiga, “Creation”, reeditado em 2002. A CRIAÇÃO . Ciro Epístama, neto de Zoroastro, filho de pai persa e mãe grega, é uma espécie de embaixador do reino persa. A ação se passa no século aV e Ciro é contemporâneo de figuras como Sócrates, Buda, Xerxes, Confúcio. Dario, o grande rei persa o envia em missão diplomática, primeiro à Índia e depois à China...

CAFÉ E BOM DIA #31 (por Carlos Eduardo Brizolinha)

Guillermo Cabrera Infante nasceu em Gibara, Cuba, em 1929. Jornalista, crítico de cinema e escritor, chegou a ser preso pelo governo de Fulgencio Batista. Depois da revolução de 1959, participou do Conselho Nacional de Cultura. Foi adido cultural de Cuba em Bruxelas entre 1962 e 1965, quando rompeu com o regime de Fidel Castro. Ganhador do prêmio Cervantes de 1997, é autor de romances, contos e ensaios. Naturalizado britânico, morreu em Londres em 2005. Entre suas obras de ficção destacam-se Três tristes tigres, Havana para um infante defunto e A ninfa inconstante. Esse grande autor em FUMAÇA PURA, livro que me despeço, passo para as mão do Professor Ronaldo conta que quando os navegantes espanhóis descobriram a América, uma imagem imediatamente os surpreendeu: a de indígenas aspirando, de uma forma que prenunciava o charuto e o cigarro, a folha de uma planta mais tarde batizada como tabaco. Ao longo desses 500 anos, cercado de controvérsias, foi alvo de execrações, restrições, pr...

"CORPOS DIVINOS", A MAGISTRAL DESPEDIDA DE CABRERA INFANTE EM CANTO DE PÁGINA

por Chico Marques Nesses dias em que Cuba volta ao noticiário mundial graças à visita de Barack Obama, e poucos dias depois de sua partida ficamos sabendo de que Fidel Castro não está gostando nem um pouco do que está acontecendo em "sua ilha", é mais e mais necessário resgatar o legado do escritor cubano que foi o mais ferrenho opositor dp Castrismo, que dedicou toda a sua obra literária a falar de uma Havana que ele amava demais, e que desapareceu pouco a pouco depois da Revolução de 1959. Sim, estamos falando, claro, de Guillermo Cabrera Infante  (1929-2005), certamente o maior escritor que Cuba já produziu. De verdade. É que Italo Calvino nasceu na Ilha, mas não tem uma identidade cubana e nem ao menos escreve em espanhol -- é um escritor italiano. E  Roberto Bolaño (1953- 2003) , muito festejado em romances como Os Detetives Selvagens , revelou-se um escritor de fôlego curto nos anos seguintes, priorizando coleções de contos e empenhando muito de seu talen...