Tenho um leitor maringaense, o José Flauzino, que anda ungindo os novos escritores para ganharem prêmios e livros vendidos. Graças a ele também já me enlevei num jogo de livre associação que colocou nada mais nada menos que a preferida de Hitchcock, a princesa e atriz Grace Kelly, em Maringá, em meio a um cafezal. E a epifania foi tanta que cheguei a achar que minha primeira namorada lá naquela juventude dourada e perdida no tempo teria sido ela ou então sua filha, tal a semelhança. Bom, quanto a isso é melhor ficar apenas na Grace, já que a outra continua graciosa habitante da cidade. O fato é que a conversa fantasiosa se intensificou com meu interlocutor por eu ter ouvido no Peru executarem a canção “Maringá, Maringá” de Joubert de Carvalho como se fosse mexicana, cantada em espanhol... Contestei los peruanos, que ficaram incrédulos, achando que eu estava com bromas. Contei o episódio numa coluna e o Flauzino sacou uma biblioteca sobre o assunto, me levando ao tal delírio ...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO