( tradução de Jório Dauster Magalhães e Silva e Álvaro Gurgel Alencar) Outro dia recebi, por via aérea, um convite para um casamento que se vai realizar na Inglaterra, no dia 18 de abril. Acontece que eu gostaria muito de assistir a esse casamento e, quando o convite chegou, pensei em dar um jeito qualquer de fazer a viagem. Pegava um avião... e as despesas que se danassem. Mas desde então discuti exaustivamente o problema com minha mulher, que é uma moça espantosamente sensata, e nos decidimos contra a ideia: entre outras razões, tinha esquecido por completo que minha sogra esta planejando passar conosco as duas ultimas semanas de abril. Na verdade quase nunca vejo a mamãe Grencher, e os anos já lhe vão pesando. Esta com cinquenta e oito (como seria a primeira a admitir). Seja como for, quer eu afinal vá ou não, nunca fui dessas pessoas que, por mera preguiça, deixam que um casamento transcorra em meio à maior chatice. Por isso, pus mãos à obra e passei para o papel alguma...
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