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RIO WEEKEND - 06 A 08 DE MAIO DE 2016

O AMOR PERDOA TUDO, ATÉ O CASAMENTO (Teatro Leblon) Ingressos AQUI O premiado autor de 26 livros Fabrício Carpinejar agora e também teatrólogo, e se arrisca na dramaturgia nessa comédia baseada no seu livro ‘Ai Meu Deus, Ai Meu Jesus – Crônicas de Amor e Sexo’ de 2012, adaptado por ele próprio justamente com a roteirista Cláudia Tajes. Mostra o universo do casamento e joga uma pedra em clichês que tentam macular a “sagrada instituição”. O roteiro é roupa de cama: colcha, lençol e fronha de palavras, preenchendo os vazios da cama, moldando as performances, detalhando os sentimentos, cobrindo e descobrindo o sexo. O encontro dos amantes, a euforia do início do casamento, a negação do amor. No elenco, a excelente Alexandra Richter e os sempre simpáticos Mouhamed Harfouch e Marcelo Aquino , sob a direção de Ary Coslov. Em cartaz até 29 de Maio. (por Chico Marques) AMOR (Teatro Poeirinha) Ingressos no local Nesses últimos três anos, André Sant’Anna tem pulado ...

A PROGRAMAÇÃO CULTURAL DESTE FIM DE SEMANA NO RIO EM LEVA UM CASAQUINHO

MASTER CLASS (Teatro Clara Nunes) Ingressos  AQUI Christiane Torloni vive a diva do canto lírico Maria Callas nesta comédia dramática do americano Terrence McNally — já montada por aqui com Marília Pêra (1943-2015) no papel. A história é inspirada em uma série de aulas que a cantora deu entre 1971 e 1972 na Juilliard School, famosa instituição americana de ensino de música. Direção de José Possi Neto e direção musical de Fabio G. Oliveira. 33 VARIAÇÕES (Teatro Natália Timberg) Ingressos  AQUI Nathalia Timberg protagoniza o musical de tintas eruditas que inaugura o teatro na barra da Tijuca batizado com o seu nome. Ela interpreta uma musicóloga que investiga as chamadas Variações Diabelli, um conjunto de variações para piano de Beethoven (1770-1827) sobre uma valsa do austríaco Anton Diabelli (1781-1858). No elenco: Wolf Maya, Tadeu Aguiar, Lu Grimaldi, Flávia Pucci, Gil Coelho e Gustavo Engracia. BRAZILJAZZFEST 1 a 3 ...

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MASTER CLASS (Teatro Clara Nunes) Ingressos AQUI Christiane Torloni vive a diva do canto lírico Maria Callas nesta comédia dramática do americano Terrence McNally — já montada por aqui com Marília Pêra (1943-2015) no papel. A história é inspirada em uma série de aulas que a cantora deu entre 1971 e 1972 na Juilliard School, famosa instituição americana de ensino de música. Direção de José Possi Neto e direção musical de Fabio G. Oliveira. JACY (Espaço SESC Copacabana) Quinta a Sábado 21 horas Ingressos no local Em 2010, caminhando por ruas de Natal (RN), o ator e diretor Henrique Fontes deparou-se com um monte de lixo na calçada. Um colchão, um estrado e uma velha frasqueira, espécie de bolsa na qual as mulheres chiques carregavam maquiagem, perfumes e que tais em viagem. Integrante do Grupo Carmin, ele devia estar pensando na peqsuisa sobre a velhice que desenvolvia para um espetáculo teatral. Mas se deu ao trabalho de guardar a tal frasqueira....

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COMO ME TORNEI ESTÚPIDO (Teatro SESC Ginástico) Quinta a Sábado 21 horas Ingressos no local Romance de estreia do francês Martin Page, de 2000, quando o autor contava apenas 25 anos, Como me Tornei Estúpido conquistou empatia e sucesso imediatos. Foi traduzido em mais de vinte idiomas — no Brasil, lançado em 2005, esgotou-se em três semanas. A ótima acolhida ao livro, uma sátira espirituosa a valores dúbios como o consumismo, a futilidade e o imediatismo contemporâneos, deixa no ar uma questão: estamos conseguindo rir de nós mesmos ou apenas nos tornamos tão cínicos que nada mais nos abala? Em cartaz no Teatro Sesc Ginástico, a adaptação da obra de Page para o teatro aposta em atraente meio termo, sem ser infiel ao original, conciliando o humor da trama com crítica social suave. Na peça, como no livro, Antonio (Alexandre Barros) é um rapaz inteligente e culto que não consegue ser feliz. Ele culpa as próprias virtudes por seu sentimento de inadequação. An...

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FATAL (Oi Futuro Flamengo) Ingressos AQUI Em 2010, com RockAntígona, Guilherme Leme Garcia deu início a uma pesquisa cuja matéria-prima era a tragédia grega. Trágica.3, de 2014, deu continuidade ao processo. Agora, em Fatal, o diretor investiga a paixão, mas sem abrir mão da mitologia. Na montagem, costura textos de Jô Bilac (sobre o amor dos deuses indianos Kama e Rati), Pedro Kosovski (Eros e Psique vão parar em um dark room romântico) e Márcia Zanelatto (Tristão, Isolda e um toque de voyeurismo). Debora Lamm e Paulo Verlings dão vida aos três casais. No espaço cênico, apenas luz, figurinos e o tom das atuações variam. Ao atualizar mitos tão poderosos, arquétipos que construíram a noção de romantismo, o diretor aborda, por tabela, a ausência de paixão em nosso tempo. A produção despojada valoriza o trabalho forte e seguro dos dois atores. Na sua despretensão, Fatal soa como um necessário hino ao amor em meio à desesperança e a violência dos dias que corre...