Meu nome é Ju Cartwright e, apesar de ser do sexo feminino, sempre me considerei “o tipo de homem que lê Playboy” do slogan clássico da revista. Vou me explicar melhor: sendo uma sapa bissexta de 69 anos de idade, fui criada numa fazenda no interior de Minas Gerais em meio a vários primos do sexo masculino. Na medida em que meus tios eram pessoas bem viajadas (e bem instruídas), era comum eles trazerem nas bagagens de suas viagens livros e revistas estrangeiras. Playboy era uma delas. Meus primos, sempre que podiam, tratavam de tomar alguns exemplares emprestados para promover sessões de masturbação coletiva em algum ponto obscuro da fazenda, e eu ia com eles sempre que convidada. Participava ativamente de todo o cerimonial que eles promoviam. Sem contar que dei pra todos eles inúmeras vezes. Era uma delícia. Mas eu gostava mesmo é de me imaginar rolando na cama com as beldades da revista, aquelas magníficas e voluptuosas “girls next door” das páginas centrai...
UMA REVISTA ACONCHEGANTE QUE VALE POR UM COBERTORZINHO